domingo, 16 de agosto de 2026

Um olhar atento à força da maturidade e ao coração de São Paulo

   


   Cobrir a edição de agosto do Chá da Tarde e Desfile de Moda foi uma experiência enriquecedora que uniu a sensibilidade do fotojornalismo ao dinamismo da comunicação digital e assessoria de imprensa. Realizado no tradicional Hotel Gran Villagio, no coração histórico da capital paulista, o encontro teve como missão central celebrar o protagonismo das mulheres 50+, o empreendedorismo feminino e a revitalização cultural do Centro de São Paulo.

   Minha atuação no evento esteve centrada na captação integral de imagens (fotografia e vídeo) e no registro narrativo de momentos que expressassem a essência do encontro: representatividade, autoestima e dinamismo profissional.

   O trabalho de cobertura visual exigiu versatilidade técnica para transitar entre diferentes atmosferas ao longo da tarde:

   Na passarela, as modelos foram as próprias empreendedoras e artistas que estavam expondo seus serviços e produtos (moda, estética, turismo, bem-estar e acessórios). O foco das lentes foi capturar a atitude, o brilho e a elegância de mulheres reais que inspiram e reafirmam que a maturidade é sinônimo de novas conquistas e projetos.

   O registro incluiu momentos marcantes no palco e nos bastidores com os apresentadores Leão Lobo e Cibele Attallah, além da presença especial da cantora e comunicadora Faa Morena, capturando a espontaneidade das entrevistas, interações com o público e a energia do evento. Para além do glamour do desfile, a cobertura focou na circulação de pessoas, sorteios e na exposição de marcas, gerando material visual estratégico para a divulgação dos parceiros e apoiadores.

  Uma boa cobertura de assessoria e comunicação deve captar o propósito do evento. Como bem resumiu o comunicador Leão Lobo no encerramento, o encontro levou uma mensagem contundente de dignidade: dignidade para ocupar o Centro de São Paulo com segurança e cultura, e dignidade para a maturidade continuar sonhando, empreendendo e ocupando espaços de destaque.

sábado, 8 de agosto de 2026

A arte de conduzir momentos institucionais marcantes

   
Claudia Souza e Sergio Osicran (Vice Presidente Democrata 35 SP) / Mestre de Cerimônia
Foto: Mestre Kalunga


  Atuar como Mestre de Cerimônias no dia 07/08/26, na solenidade de posse da nova Diretoria Estadual do partido DEMOCRATA 35 em São Paulo foi uma experiência de imensa relevância e realização profissional. Conduzir um evento de caráter político-institucional exige aliar precisão protocolar, equilíbrio de voz e dinamismo de palco à sensibilidade de valorizar cada autoridade, liderança e homenageado presente.

   A cerimônia teve como um dos pontos centrais a oficialização da posse do jornalista e comunicador Sérgio Osicran como Vice-Presidente Estadual da legenda — um marco que simboliza o fortalecimento do diálogo entre a comunicação social, as instituições e a representação democrática no estado, e estar à frente do microfone nesse encontro, me proporcionou momentos de grande destaque: - Guiar a sequência dos ritos de posse, discursos e homenagens com clareza, mantendo o tom solene e ao mesmo tempo acolhedor para os presentes e convidados e integrar a condução com o papel de comunicadora, garantindo que as mensagens de responsabilidade cívica, cidadania e renovação de lideranças fossem transmitidas com firmeza e emoção.

   Do ponto de vista técnico, independentemente do evento, é sempre um desafio, pois além da condução de palco, a atuação deve dialogar diretamente com a geração de conteúdo e cobertura informativa para veículos de comunicação, conectando os momentos cívicos à narrativa jornalística.

   Comandar cerimoniais em eventos de liderança e cidadania reafirma o propósito da Claudia Souza Produções: entregar uma presença cênica segura, voz bem projetada e domínio total de roteiro, assegurando que cerimônias de posse, eventos corporativos e encontros institucionais alcancem o máximo em credibilidade, organização e impacto junto ao público.

   Meus agradecimentos pelo convite em participar da solenidade e parabéns à toda a organização e à diretoria recém-empossada.

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

PRIMEIRA FEIRA LITERÁRIA DE EMBU DAS ARTES




   Cobrir a Primeira Feira Literária de Embu das Artes através das lentes foi um exercício contínuo de capturar a confluência entre a palavra escrita e a vocação artística histórica da cidade. Embu das Artes, conhecida por suas vielas de paralelepípedo e pelo pulsar das artes plásticas, abriu espaço para que a literatura tomasse conta do cenário, transformando cada esquina e tenda em uma composição visual rica em texturas, sombras e emoções espontâneas.

   O trabalho fotográfico começou logo nas primeiras horas da manhã, registrando a montagem dos estandes e a chegada tímida dos primeiros visitantes. A luz natural filtrada pelas copas das árvores no centro histórico ofereceu o contraste perfeito para retratar os detalhes: mãos folheando páginas amareladas, o brilho nos olhos de crianças descobrindo novos universos em livros ilustrados e o gesto atento de autores dedicando suas obras com caligrafias cuidadosas.

   Durante os debates, o desafio técnico foi traduzir o ritmo das discussões intelectuais em imagens dinâmicas. O foco recaiu sobre a expressividade dos palestrantes — os gestos enfáticos, o olhar compenetrado do público nas primeiras fileiras e a troca de ideias que reverberava nas expressões faciais. A ausência de poses ensaiadas permitiu registrar a autenticidade dos encontros, revelando momentos genuínos de comoção e entusiasmo compartilhado entre leitores e escritores de diferentes gerações.

   Ao cair da tarde, a iluminação quente das luminárias e a névoa suave característica da região criaram uma atmosfera intimista para as intervenções poéticas e apresentações culturais. O trabalho de cobertura gráfica precisou ser ágil para acompanhar o ritmo dos saraus, a música ao vivo e as leituras dramáticas sem interferir na experiência do público, priorizando aberturas amplas de lente e planos médios que mostrassem tanto o artista quanto a reação coletiva ao redor.

O resultado final dessa cobertura transcende o mero registro documental de um evento de estreia. Cada enquadramento construído ao longo do festival funcionou como uma crônica visual independente, imortalizando a força da Primeira Feira Literária de Embu das Artes como um marco que reafirma a identidade cultural da cidade através do diálogo entre a literatura, a imagem e a comunidade local.

Um olhar atento à força da maturidade e ao coração de São Paulo

       Cobrir a edição de agosto do Chá da Tarde e Desfile de Moda foi uma experiência enriquecedora que uniu a sensibilidade do fotojornali...